INSTITUTO MARAT
Centro especializado no
tratamento do tabagismo.
Desde 1976 no Brasil
HIGIENÓPOLIS
MEDICAL CENTER (HMC)
Rua Mato
Grosso, 306 - 13º and. - Cj 1314 - Higienópolis
- São Paulo
Tels: (11) 3255 5532 e 3259 3259
Depoimentos de fumantes
tratados no Instituto Marat:
São Paulo, 29 de setembro de
2009
Gostaria de informar o Sr.
Marat que eu parei de fumar.
Fiz o tratamento com ele no
dia 09/09/2009 e estou sem fumar desde então.
Os selinhos na minha orelha
do lado direito; um caiu com 2 semanas e
outro com 16 dias o da
esquerda continuam no lugar.
Os 3 primeiros dias foram de
muita tristeza, mas zero de cigarro, parece que
foi deletado de minha
memória que eu era fumante,
foi incrível a reação.
Muito obrigado por tudo
Carlos Eduardo de Lima Cini
São Paulo, 15 de maio de 2004.
Ao Sr. Marat,
Há um ano atrás, exatamente no dia
30/04/2003 estive em seu Instituto.
Cheguei dez minutos antes do horário e fumei
mais um cigarro na porta do prédio, em frente à
banca de revistas, antes de entrar em seu
consultório. Ainda não sabia, mas este seria
meu último cigarro.
Durante sua palestra você disse que eu já
havia fumado o último cigarro. Quase desisti
nesse instante. Mas resolvi ficar. Já tinha
tentado parar com piteiras, adesivos e
anti-depressivos, sem resultados.
Passei pelo processo do ponto cirúrgico e
joguei fora tranqüilamente meu cigarro, afinal
de contas eu tinha outro no carro. Quando entrei
no carro, o primeiro impulso foi acender um
cigarro, mas resolvi beber um gole d'água. E
para minha surpresa não foi tão difícil chegar
em casa sem fumar.
Nos primeiros dias contei as horas, depois os
meses e assim já completei um ano sem fumar. É
incrível como notamos as melhoras logo nos
primeiros dias. Melhoras no fôlego, olfato,
paladar. Eu particularmente senti uma diferença
fantástica na respiração logo nos primeiros
dez dias. Há um ano eu não conseguia subir uma
pequena ladeira sem que o coração disparasse.
Não conseguia falar por muito tempo sem tossir.
Acordava à noite com tosses horríveis. Estava
completamente sem fôlego.
Então pensei: Vou fazer natação, assim meu
fôlego melhora e eu não preciso parar de fumar.
Comecei então com as aulas de natação. Chegava
do outro lado da piscina com o coração
disparado e cansadíssima. Cheguei num ponto onde
tinha duas opções: ou parava de nadar ou parava
de fumar. Acho que fiz a opção certa. Tenho 48
anos.
Fumei durante 30 anos. Hoje estou ótima.
Outro dia consegui nadar 1000 metros em 50
minutos. Mês passado até fiz uma trilha em
Parati, duas horas de subida pelo caminho do
ouro, tranqüilamente.
As vezes, em momentos de prazer, sinto uma
passageira vontade de fumar, mas com todos esses
benefícios, só se eu for muito burra para
acender um cigarro de novo.
Eu gostaria de lhe agradecer muito. Eu não
acreditava que esse método fosse tão eficaz.
Não posso dizer que foi fácil abandonar o
cigarro, mas com certeza eu não teria conseguido
só com força de vontade.
Muito obrigada,
CARMEN APARECIDA CARMONA
Email: capcarmona@ig.com.br
"Como foi minha vida com
o cigarro e como conseguí escapar deste
martírio com o ponto na orelha".
Eu comecei a fumar com 15 anos,
no colegial. Minhas amigas fumavam e eu achava
que era legal acender o cigarro e soltar aquelas
baforadas, com ar de gente grande. Naquela época
havia muita propaganda de cigarro na TV e no
cinema, o que estimulava muito os jovens a se
iniciar neste vício. Com o tempo, comecei a
fumar cada vez mais regularmente, até chegar a
um maço por dia. Eu me casei com 21 anos e meu
marido também era fumante.
Os primeiros problemas surgiram quando meus
dois filhos nasceram com baixo peso, sem motivo
aparente, atribuído posteriormente ao hábito de
fumar. Quando eu tinha 30 anos já era forte a
noção de que o cigarro é muito prejudicial à
saúde. Meu marido, que tinha mais força de
vontade do que eu, abandonou o cigarro. Eu não
conseguí. Passamos a ter problemas porque ele
não queria que eu fumasse dentro de casa, para
não prejudicar as crianças ou dar mau exemplo.
Por outro lado, ele passou a não suportar a
fumaça de cigarro, sentimento compartilhado por
grande parte de nossos amigos, que não fumavam
ou que já tinham abandonado o vício. Nos
restaurantes sempre discutíamos em que setor
sentar. Com o tempo ele passou a reclamar do meu
hálito de fumante, dizendo que parecia estar
beijando um cinzeiro.
Nossos problemas não se resumiam apenas ao
cigarro e acabamos por nos separar há 5 anos. Eu
continuei fumando, às vezes um pouco mais, às
vezes um pouco menos, mas jurei que só iria me
casar de novo com um fumante! Isto foi outro
problema, porque atualmente os homens fumam menos
que as mulheres. Estão mais preocupados com seu
coração, sua pressão arterial e fazem mais
exercícios do que nós também. Eu comecei a
reparar que meus dentes estavam acinzentados,
assim como minha pele, e começaram a aparecer
manchas amareladas em meus dedos e unhas. Percebi
também que ficava resfriada com mais frequência
e com muita tosse e catarro. Comecei a observar
as mulheres mais velhas que fumavam e reparei que
além da voz grossa, elas tinham o horrível
hábito de tossir sempre que queriam dar uma boa
risada.
Passei a reconhecer de longe uma pessoa
fumante e isto mexeu muito comigo. Não queria
envelhecer deste jeito, tossindo, pigarreando,
com cheiro de alcatrão em minhas roupas, cabelos
e até no meu corpo, sem falar no risco de morrer
precocemente com cancer, enfizema ou sei lá que
mais... Foi então que decidi que estava na hora
de parar de fumar. Tentei muitos métodos, sem
sucesso, até ser indicada por uma amiga para o
Instituto Marat. Em princípio não acreditei que
aquele simples ponto cirúrgico na orelha pudesse
produzir algum efeito. Mas resolví tentar porque
percebí que precisava de ajuda urgentemente.
Quando coloquei o ponto fiquei feliz por ter
sido selecionada, uma vez que naquele dia algumas
pessoas tinham sido recusadas após a entrevista
com o simpático francês Fage Marat. Eu seguí
rigorosamente as orientações do Instituto. Nos
primeiros dias eu não sentí quase vontade de
fumar. Mas atribuí aquilo a um período inicial,
que iria mudar após alguns dias ou semanas. No
início, eu sonhei muitas vezes que estava
fumando, mas estes sonhos foram diminuindo à
medida que passavam as semanas.
Hoje estou com 42 anos e já não fumo há 2
anos. Passei a fazer exercícios regularmente,
meu hálito voltou ao normal, minha pele está
mais viçosa e eu sinto que meus pulmões estão
dia a dia mais limpos e desintoxicados. É
incrível a sensação de bem-estar que se tem
após largar este auto-envenenamento. Acabei
casando-me novamente, obviamente com um
não-fumante e tenho me cercado de amigos que
também não fumam. Meus filhos estão felizes
comigo e orgulhosos por eu ter vencido esta
batalha.
Lara C. Ribeiro

V.010807
Index:
Fumar, nunca mais, largar o cigarro, deixar o
vício de fumar
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